Neste abrir de Junho, apoiei a escrita do novo documentário poético de longa metragem de SÄFLOR (MARIANA ALVES), em pré-produção.
SINOPSE
A cidade acorda. Libertos ao espaço, sete performers dançam e cantam, como um rio que antes correu onde hoje são ruas. Oito sequências sucedem-se como estrofes do mesmo poema. As narrativas falam de trabalho e de comunidade. Os cantos surgem como entrelinhas em água, hoje pavimentada. As vozes reúnem-se pelo coro, os corpos reúnem-se pelo improviso. O movimento concretiza o manifesto.