segunda-feira, 23 de outubro de 2017







TREVA OU OS PRINCÍPIOS DA HIGIENE FUNCIONAL
de Sabrina D. Marques
coordenação da leituraBruno Bravo
com Cirila Bossuet, Catarina Claro, Lara Matos e Sara Inês Gigante 
desenho de luz Feliciano Branco
sonoplastia e desenho de som João Pratas 
M/14



quarta-feira, 4 de outubro de 2017

sexta-feira, 15 de setembro de 2017


fotografias de Francisco Rocha
Conversa Terror em Terra Quente: Visões da América Latina no Cinema de Terror, masterclass por Carlos Alberto Carrilho e Tiago Monteiro, com moderação de Sabrina D. Marques 


MOTELX 2017 // TERROR EM TERRA QUENTE:
VISÕES DA AMÉRICA LATINA NO CINEMA DE TERROR


1, 4 e 10 SET 2017

O percurso por uma diversidade de excertos de filmes inspira uma cartografia das construções visuais do cinema de terror da América-Latina, com ênfase nas cinematografias da Argentina, Brasil e México, integradas no seu contexto social, económico e político. 

Nas obras de José Mojica Marins, Fernando Méndez, Juan López Moctezuma, Jean Garret ou Emilio Vieyra, no trabalho pioneiro e na afirmação do género, são examinadas questões como a tradição e o hibridismo, estabelecendo afinidades e singularidades dentro desta área geográfica, mas também em relação aos modelos canónicos europeu e norte-americano. Como convidado do colectivo White Noise, o investigador Tiago Monteiro aborda o panorama brasileiro.

Antecedendo a masterclass, no âmbito do Warm-Up do MOTELX 2017, são apresentados clássicos do cinema de terror latino-americano na Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema

PROGRAMA

1 SET | 19h00 | Cinemateca Portuguesa, Sala Félix M. Ribeiro
À Meia Noite Levarei Sua Alma (1964) de José Mojica Marins

1 SET | 22h30 | Cinemateca Portuguesa, Esplanada
Quien Puede Matar A Un Niño (1975) de Narciso Ibañez-Serrador

4 SET | 19h00 | Cinemateca Portuguesa, Sala Félix M. Ribeiro
El Vampiro (1957) de Fernando Méndez

10 SET | 16h00 | Cinema São Jorge, Sala 2
Terror em Terra Quente: Visões da América Latina no Cinema de Terror, masterclass por Carlos Alberto Carrilho e Tiago Monteiro, com moderação de Sabrina D. Marques

Produção: MOTELX, White NoiseCinemateca Portuguesa-Museu do Cinema

Agradecimentos: Paulo Soares, Rita Gomes Ferrão

noisewhitenoise.org
www.motelx.org

segunda-feira, 4 de setembro de 2017


Com organização do Instituto Português de Fotografia, 
serei júri neste Concurso.

o regulamento está disponível no blogue do IPF em:
e o evento no Facebook está em:

domingo, 3 de setembro de 2017



terça-feira, 15 de agosto de 2017

1/9/2017

Descrição
Painel para a EAJS International Conference, organizada por Alexandra Curvelo e Ana Fernandes Pinto e a ter lugar entre 30 de Agosto e 2 de Setembro de 2017 na Universidade Nova de Lisboa (Portugal). Integra a secção "Visual Arts", dirigida por Jaqueline Berndt (Stockholm University, Suécia) e Khanh Trinh (Museu Rietberg Zürich, Suíça).

Acolhimento
European Association for Japanese Studies (Alemanha)
Universidade Nova de Lisboa (Portugal)

Organização
David Pinho Barros (Universidade do Porto / KU Leuven)
Miguel Patrício (Universidade Nova de Lisboa)

Apresentações
"Red teapot, yellow teacup: clear line colouring in Ozu's late films", David Pinho Barros (Universidade do Porto / KU Leuven)
"Colour advances and retreats in the New Wave: From Wakamatsu's redness to Matsumoto's dark world", Miguel Patrício (Universidade Nova de Lisboa)
"Gesture and colour in Isao Takahata's Ghibli", Luís Mendonça (Universidade Nova de Lisboa)

Moderação
Sabrina D. Marques (Universidade Nova de Lisboa)

Resumo
A cor sempre foi um elemento estilístico de capital importância para a compreensão da história e estética do cinema, mas, no caso do Japão, é particularmente significativo, uma vez que está intimamente associado a mudanças de paradigma fundamentais dentro de filmografias individuais, mas também considerando a história do cinema do país no seu todo. Uma grande atenção tem sido recentemente prestada a este assunto, nomeadamente com o influente ciclo "Richness and Harmony. Colour film in Japan", dividido em duas partes, no festival Il Cinema Ritrovato em Bolonha. Alguns célebres artigos dedicados à questão também têm sido publicados no Ocidente, como, por exemplo, o "Banindo o verde" de Nagisa Oshima, integrado na aclamada antologia da Routledge Color, the Film Reader. Contudo, ainda há muito a fazer na análise académica deste vasto campo, especialmente quando se trata de relacionar o uso destes elementos com fenómenos de rejeição e atracção. Na verdade, a cor não foi integrada de forma pacífica na indústria cinematográfica japonesa, tendo encontrado notória resistência por várias companhias de produção e realizadores com base na sua incipiência técnica e pobreza estética. No entanto, apesar de o país ter tido de esperar até 1951 (dezasseis anos depois do filme americano pioneiro Becky Sharp) para que a primeira longa-metragem a cores estreasse, Carmen Regressa a Casa de Keisuke Kinoshita imediatamente ditou o tom para aquilo que seria a história da cor no cinema nacional: uma aventura criativa infinitamente complexa. As opções cromáticas variaram grandemente de realizador para realizador, de período para período e até de filme para filme dentro das carreiras dos cineastas, e estas flutuações são o interesse primeiro deste painel. Elas serão estudadas sobretudo de acordo com conceitos que revolucionaram os estudos de cor, nomeadamente através da noção a que David Batchelor deu uma nova vida no seu livro publicado em 2000 Chromophobia. Neste trabalho, o artista e professor britânico disseca o que considera serem os impulsos cromofóbicos da cultura ocidental, e nós defendemos que é fundamental para estabelecer um rico diálogo com a introdução tardia da cor no cinema e nas filmografias do Japão, bem como para analisar a experiência oposta, a utilização programática e radicalmente inovadora da cor por determinados cineastas japoneses.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017


roadmovies and wasted divas
a minha série fotográfica #ontheroad em contínuo para ver AQUI.


''O rebentar de uma gargalhada seria a resposta adequada a todas as graves “questões” que a actualidade tanto gosta de levantar. A começar pela mais batida de todas: a “questão da imigração”, que não existe. Quem é que ainda cresce no mesmo lugar onde nasceu? Quem é que vive no mesmo lugar onde cresceu? Quem é que trabalha no mesmo lugar onde vive? Quem é que vive no mesmo lugar onde os seus ancestrais viveram? E as crianças desta época são filhas de quem: da televisão ou dos pais? A verdade é que fomos, em massa, arrancados a toda e qualquer pertença, já não somos de lugar nenhum, e disso resulta ao mesmo tempo que uma inédita propensão para o turismo, um inegável sofrimento. A nossa história é a das colonizações, das migrações, das guerras, dos exílios, da destruição de qualquer enraizamento. Foi a história de tudo isso que fez de nós estrangeiros neste mundo, convidados na nossa própria família.'' in A Insurreição que Vem (Comité Invisível)

sábado, 5 de agosto de 2017

terça-feira, 25 de julho de 2017


Escrevi um textinho em honra dos 25 anos das CURTAS para o livro do Aniversário (2017)

Na Revista ESCALA:10, esboço um atlas sobre em 250 figuras
sobre a Persistência da Cruz Cristã na cultura pop

domingo, 23 de julho de 2017

segunda-feira, 17 de julho de 2017


Infelizmente não estive eu, mas esteve o meu boneco a apresentar a minha Carta-Branca: pelos 25 anos das Curtas Vila do Conde - International Film Festival, decidi resgatar um filme que Pierre Clémenti começou a fazer aos 25: Visa de Censure nºX. É uma experiência para ir ao fundo de outras vidas - esta viagem até às ilhas da Psicadelia pré-68 foi marcada para o dia 15.7.2017, às 21h45, no auditório de Vila do Conde. Agradeço às *CURTAS* pelo convite, e obrigada ainda ao *RICARDO GONÇALVES* por realizar o vídeo, ao *THOMAS MENDONÇA* por emprestar a voz e à *ANA DOMINGUES* pelo apoio à tradução.

quarta-feira, 12 de julho de 2017




terça-feira, 11 de julho de 2017




domingo, 9 de julho de 2017

REFRACTED SPACES / A Conversation in between Filipa César & Louis Henderson
Moderei a conversa que se seguiu à Performance, com a presença do protagonista. 

quinta-feira, 6 de julho de 2017


sábado, 1 de julho de 2017


sábado, 27 de maio de 2017



quinta-feira, 25 de maio de 2017


terça-feira, 23 de maio de 2017

terça-feira, 25 de abril de 2017


sábado, 22 de abril de 2017



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